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Trabalhos desenvolvidos pelos alunos do 8° ano do Colégio Progressão de Pindamonhangaba. Os trabalhos tiveram como tema a relação entre a figura do caipira e o gênero musical samba.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

O samba na literatura

Autores: Gabriel Rosas, Julyana Cruz, Lara Banis, Isabela Athaydes e Gustavo Ribeiro.



O samba é um tipo de musica surgido no Brasil, mais aperfeiçoado pelos africanos, considerado a principal manifestação popular brasileira. Ele é importante para o Brasil porque quando estrangeiros vem para o Brasil eles pensam que o Brasil é um país animado pelo samba, ele serve como símbolo da identidade brasileira.
Esse gênero musical influenciou alguns escritores a fazerem obras com esse mesmo tema, como é caso de Paulo Lins que escreveu o livro “Desde que o samba é samba”, que fala sobre uma idealização de um romance com alguns segmentos da cultura carioca das três primeiras décadas do século 20: o samba de carnaval, a umbanda, a malandragem e a prostituição.

Escolas de Samba também se inspiraram em escritores e livros da literatura nacional para escreverem suas músicas como: Mangueira, Portela, unidos da tijuca, Beija flor, etc.

Reportagem da RJTV sobre samba enredo e literatura de cordel:


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O caipira na literatura

Autores: Gabriel Nering, Miguel Lizardo, André Pereira



O caipira tem influência na literatura por ser de um meio social específico que gera uma cultura peculiar e localizada. Por outro lado, o caipira preserva muito a cultura da época em que o Brasil era colônia de Portugal, em que a vida era do tipo “caipira”.
Toda língua está sujeito a modificações devido a influências lingüísticas e culturais. Essas variações ocorrem no vocabulário e também na pronúncia da língua padrão. A variedade lingüística caipira é usada, por exemplo, nos gibis do Chico Bento, que retratam a vida do interior de alguns estados brasileiros. O uso dessa linguagem serve para marcar a sua inclusão em um grupo social, pois dá uma identidade para ele. Os dois aspectos mais perceptíveis nessa variedade lingüística são a pronúncia e o vocabulário.
O modo de viver do caipira também é mostrado em livros. Por exemplo, no “Urupês”, de Monteiro Lobato. Nele fala sobre o modo de pensar e agir do caipira, desenvolvendo a ideia de que ele seria inerte a tudo o que ocorre, habitando o meio rural e apenas retirando da natureza o que acha necessário para a sobrevivência, usando apenas a lei do menor esforço. Monteiro Lobato afirma, no livro, seu ponto de vista sobre o caipira, considerando-o uma pessoa abandonada pelo poder público, exposto a doenças e à indigência.


Fonte: WWW.mackenzie.com.br

Resenha do livro Contos da Selva

Autores: Maria Clara, Carolina Pinto, Juliana Soares e Raquel Teruya.



                O livro “Contos da Selva”, escrito por Horácio Quiroga, é composto por várias fábulas sobre a relação entre animais e pessoas. Foi publicado em 1918, quando estava passando por vários problemas pessoais, como a morte de alguns parentes. Nessa época ele morava no meio da floresta na Argentina.
                Em muito s contos, como o “A tartaruga gigante”, os animais se relacionavam harmonicamente com o homem, pois um salvou a vida do outro. Porém, em outros contos, a relação existente é de guerra, como em “Guerra dos jacarés”, no qual jacarés disputam o rio com humanos.
                O livro trás uma linguagem de fácil compreensão e contos não muito longos, sendo o maior deles “A travessia do Yabebirí”.

                “Contos da Selva” é realmente interessante, envolvente e cheio de histórias. Recomendado para quem deseja saber mais um pouco da cultura argentina.

Resenha do livro Urupês

Autores: Igor Torino e Henrique Bolson


                Em minha opinião o livro Urupês é um livro desagradável, pois o assunto abordado não é um assunto muito interessante.
                O livro Urupês trata de contos destacando a figura do caipira, dizendo ser ele ingênuo. A obra Urupês, de Monteiro Lobato, nasceu da revolta do autor contra os caipiras, responsáveis, segundo ele, pelo constante incêndio nos campos, principalmente incendiando suas plantações.
                No livro, Lobato cita a figura do caipira como uma figura preguiçosa, no conto a “Velha Praga” o caipira tem o muro de sua casa quase caindo, então alguém lhe pergunta se ele não vai arrumar, então ele coloca um pai de santo em frente ao muro dizendo que não vai cair pela fé.

                Então essa é minha opinião sobre o livro.

A vida de Horácio Quiroga

Autores: Maraya Cabral, Rafaela Santiago Ribeiro, Thainá Galvão.

Horácio Silvestre Quiroga Forteza (Salto, 31 de dezembro de 1879 — Buenos Aires, 19 de fevereiro de 1937) foi um famoso escritor argentino. Sua infância foi marcada pela trágica morte de seu pai, quando um disparo acidental de sua arma o atingiu, na presença de sua esposa e do próprio Horácio. Depois da tragédia, a mãe mudou-se com seus filhos para Córdoba, onde residiu por quatro anos e voltou para Salto.
Em 1891, sua mãe se casou com Barcos Ascênsio. Ascênsio foi um bom padrasto de Horácio, mas a tragédia atingiu novamente a família, porque em 1896 Barcos sofreu um acidente vascular cerebral.
Horácio sempre foi bom desportista e amante da mecânica e construção, mas também com vinte anos ele começou suas primeiras tentativas poéticas. Ele descobriu o trabalho de Leopoldo Lugones e Poe, que marcou claramente a sua escrita.
Durante o Carnaval de 1898, ele conheceu seu primeiro amor, uma garota chamada Mary Esther Jurkovski, que inspirou duas de suas obras mais importantes: “Os abatidos” e “Uma estação de amor”. Mais tarde sua esposa caiu em uma profunda depressão e se suicidou tomando veneno.
Após o suicídio de sua esposa, Quiroga se mudou com os filhos para Buenos Aires, onde foi Subsecretário-Geral de Contas, no Consulado uruguaio naquela cidade. Apareceu neste momento um de seus livros mais famosos: Contos da selva. Desde 1932 Quiroga fez sua última liquidada em Missiones, no que seria sua aposentadoria final, com sua nova esposa e a filha de seu segundo casamento.
           Quando perdeu o consulado, Horácio começou a sofrer de prostatite e sua esposa o deixou, levando sua filha. Eles descobriram que o desconforto era realmente de origem cancerosa, após seu retorno a Buenos Aires para ser admitido no hospital. Antes de tal diagnóstico a 19 de fevereiro de 1937, Horácio bebeu um copo de cianeto que o matou em poucos minutos.

Linha do tempo
1878 – A 31 de dezembro, em Salto, no Uruguai, nasce Horacio Silvestre Quiroga Forteza, filho de Prudencio Quiroga e Juana Petrona Forteza.
1879/89 – Morre seu pai, Prudencio Quiroga, vítima de um disparo acidental de sua própria arma (segundo alguns pesquisadores, o tiro não foi casual). Quiroga estuda em Salto, numa escola fundada por maçons.
1890/5 – Frequenta o Instituto Politécnico, em Salto, e o Colégio Nacional, em Montevidéu. A mãe se casa com o argentino Barcos Ascênsio.
1896 – Barcos suicida-se. Com três amigos forma em Salto um grupo literário. Lêem poetas franceses e escrevem poemas. Quiroga apaixona-se por Mary Ester Jurkowski, mas o romance não prospera em virtude da oposição da família dela. Mais tarde, esse caso daria o argumento para o conto “Una estación de amor”.
1897 – Viaja de bicicleta de Salto a Paysandú, uma proeza na época.
1898 – Na imprensa de Salto aparece seu primeiro artigo, sobre ciclismo. No verão, vai a Buenos Aires e conhece o poeta argentino Leopoldo Lugones, cuja obra admira.
1899 – Publica seu primeiro conto e lê Baudelaire, Poe, Lugones. Colabora na Revista de Salto.
1900 – Viaja à Europa. Em Paris, participa de uma corrida de bicicleta no Parc de Princes. No Café Cyrano, conhece Rubén Darío. Ao retornar, decide permanecer em Montevidéu, onde retoma o grupo literário com os amigos de Salto. Obtém o segundo lugar num concurso de contos, concorrendo com dezenas de escritores da América espanhola. Da comissão julgadora faziam parte os conhecidos autores uruguaios Javier de Viana e José E. Rodó.
1901 – Recebe em Montevidéu a visita de Lugones. Morrem dois de seus irmãos, Pastora e Prudencio. Aparece seu livro de estréia, Los arrecifes de coral, de poemas e relatos.
1902 – Em março, mata o poeta Federico Ferrando com um tiro acidental de pistola. Desesperado, tenta suicidar-se num poço, sendo contido por amigos. Depois de provar sua inocência muda-se para Buenos Aires.
1903 – Leciona castelhano no Colégio Britânico de Buenos Aires e participa de uma expedição às ruínas jesuíticas, chefiada por Lugones.
1904 – Publica El crímendelotro, contos. Adquire um campo perto de Resistencia, no Chaco, para plantar algodão.
1905 – Com o fracasso da plantação, retorna a Buenos Aires. Começa a colaborar no semanário Caras y Caretas.
1906 – É nomeado professor de castelhano e de literatura na Escola Normal nº 8. Nas férias, vai a San Ignacio, em Misiones, onde adquire 185 hectares de terra com a intenção de plantar erva-mate.
1907 – Continua lecionando em Buenos Aires e namora uma aluna, Ana MaríaCirés, “menina de 15 anos, loura, de olhos azuis e caráter reservado”, enfrentando novamente a oposição dos pais.
1908 – Publica as novelas Los perseguidos e Historia de un amor turbio. Viaja a San Ignacio para construir a casa onde pretende morar.
1909 – Publica mais de uma dezena de contos em Caras y Caretas. A 30 de dezembro casa-se com Ana MaríaCirés.
1910 – Quiroga e Ana María se transferem para San Ignacio.
1911/2 – A 29 de janeiro nasce Eglé, primeira filha do casal. Quiroga cultiva erva-mate e produz suco de laranja, doce de amendoim, mel e carvão. Renuncia ao magistério em Buenos Aires e, no mesmo ano, é nomeado juiz de paz e oficial do registro civil, San Ignacio, funções que exerce com pouca ou nenhuma dedicação. A 15 de fevereiro de 1912 nasce o filho Darío.
1913/4 – Ana María não se adapta à vida na selva e são constantes os desentendimentos do casal. Quiroga continua trabalhando afanosamente em suas plantações.
1915/6 – A 14 de dezembro Ana María se suicida, ingerindo forte dose de veneno (os dias finais de Ana María são relatados, como ficção, na novela Passado amor). Quiroga permanece na selva com os dois filhos pequenos, mas, no final de 1916, retorna a Buenos Aires.
1917 – A 17 de fevereiro, por gestões de amigos, é nomeado contador do Consulado Geral do Uruguai. Publica Cuentos de amor de locura y de muerte, obra que rapidamente se esgota.
1918 – Publica Cuentos de la selva (para losniños).
1919 – Escreve dezenas de notas sobre filmes, numa época em que os intelectuais vêem o cinema como arte menor.
1920 – No Uruguai, seu amigo Baltazar Brum chegara à Presidência da República. Vai com freqüência a Montevidéu, levando outros escritores, entre eles a poetisa AlfonsinaStorni, com a qual tem um caso amoroso. Publica o livro de contos El salvaje.
1921 – Publica Anaconda, contos. Em fevereiro, estréia no Teatro Apolo sua peça Las sacrificadas, versão dramática do conto “Una estación de amor”. Conhece Jorge Luis Borges, que recém voltara da Europa.
1922 – Por designação do Presidente Brum, viaja ao Rio de Janeiro como membro da embaixada uruguaia aos festejos do centenário da independência brasileira. Ao regressar, passa por Melo para conhecer Juana de Ibarbourou.
1923 – Publica contos na imprensa e seus primeiros ensaios sobre a criação literária.
1924 – Publica El desierto, contos.
1925 – Passa as férias em Misiones, preparando seu retorno à selva.
1926 – De volta a Buenos Aires, aluga uma casa de campo em Vicente López. Numa das viagens que faz para lá, conhece sua futura segunda esposa, uma jovem de 18 anos, María Elena Bravo. Publica seu livro mais elogiado pelos críticos: Los desterrados.
1927 – A 16 de julho, casa-se com María Elena Bravo.
1928 – Nasce a filha do segundo casamento. Recebe o mesmo nome da mãe, mas a chamam de Pitoca.
1929 – Publica a novela Pasado amor, que vende apenas 50 exemplares.
1930 – Desde 1927 seus amigos no Uruguai estão afastados do poder e o controle de suas atividades no consulado torna-se mais severo. É criticado por escritores da nova geração e, em casa, surgem as primeiras rusgas conjugais.
1931 – De parceria com Leonardo Glusberg publica o livro Suelo natal, mais tarde adotado como livro escolar.
1932 – Vai para Misiones com María Elena e a filha, conseguindo, no entanto, manter o cargo diplomático, a ser exercido na selva.
1933 – María Elena, como Ana María, não se adapta ao isolamento e as brigas recomeçam. A 31 de março, Gabriel Terra fecha o parlamento no Uruguai e seus amigos são totalmente alijados do centro das decisões. Suicida-se seu protetor, o ex-presidente Baltazar Brum.
1934 – Em abril é destituído de seu cargo público e passa a enfrentar graves problemas financeiros.
1935 – Publica Más allá, contos. Alguns amigos, entre eles o escritor Enrique Amorim, obtêm do governo sua nomeação como cônsul honorário, com vencimentos, numa homenagem da nação uruguaia ao seu talento.
1936 – A crise conjugal se agrava e María Elena retorna a Buenos Aires com a filha. Na solidão da selva, relê Dostoiévski e se encanta com os novos narradores norte-americanos, entre eles Hemingway. Em setembro, adoentado, viaja para Buenos Aires, internando-se no Hospital de Clínicas. María Elena o assiste com dedicação.
1937 – Os médicos revelam que seu mal é irremediável: um câncer gástrico. Na madrugada de 18 para 19 de fevereiro, suicida-se com cianureto. É velado na Casa do Teatro, sede da Sociedade Argentina de Escritores. Pouco depois suas cinzas são transportadas para Salto.
1939 – Suicida-se Eglé.
1954 – Suicida-se Darío.
1989 – Suicida-seMaría Elena, a Pitoca

REFERÊNCIAS
Biografia de Horácio Quiroga. Disponível em:
Acesso em: 29 de setembro de 2013.
 Vida de Horácio Quiroga. Disponível em:

Acesso em: 29 de setembro de 2013.

As marchinhas de São Luiz do Paraitinga

Autores: Ana Júlia Domingos, William Bernardes, Matheus Parente e Gabriel dos Santos.



                Considerado o melhor carnaval de marchinhas do estado de São Paulo, o carnaval de São Luiz atrai milhares de foliões que lotam as ruas e ladeiras da cidade, dançando as marchinhas criadas pelos próprios moradores. Um dos blocos mais conhecidos é o Juca Teles, que percorre as ruas da cidade no sábado de Carnaval a partir do meio dia. Outra atração do carnaval são os bonecões que desfilam durante as passagens dos blocos.
Na década de 1920, no Rio de janeiro, quando o Carnaval era uma festa de rua popular voltada para o artesanato, os foliões se reuniam em grupos, que dariam origem às primeiras Escolas de Samba, para decidir um tema para o desfile. Esse tema, enredo, foi se desenvolvendo até se tornar o mote do samba.
                As marchinhas tradicionais, sempre muito alegres e bem humoradas, embalaram o Carnaval brasileiro durante quatro décadas (1920 a 1960), mas foi no ano de 1960 que essa tradição alcançou o seu auge e atingiu São Luiz, no tempo das festas de salão cariocas. Logo depois, os sambas enredo se tornaram a grande sensação carnavalesca e São Luiz, que não foi excluída, hoje é famosa pelas suas marchinhas e samba

                Uma das marchinhas mais conhecidas é a ‘Abre Alas’, feita por Chiquinha Gonzaga em 1899, especialmente para um bloco de carnaval.

Exemplos de marchinhas:
Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebe não chorar

Dorme filhinho do meu coração
Pega a mamadeira e vem entrá pro meu cordão
Eu tenho uma irmã que se chama Ana
De piscar o olho já ficou sem a pestana

Olho as pequenas mas daquele jeito
Tenho muita pena não ser criança de peito
Eu tenho uma irmã que é fenomenal
Ela é da bossa e o marido é um boçal




Bloco do Barbosa
Ô Ô Barbosa
Essa curva é perigosa
Siga em frente nessa linha
Que eu vou contar pra Tia Rosa
Ô Ô Barbosa
Ai que dor no coração
Ô Ô Barbosa
Mete o pé nesse bondão!
(UAN TCHU TRI FÓR)

Fontes:


A vida de Monteiro Lobato

Autores: João Pedro Carvalho Mello, Julia Ferraz, Layne Martins e Alfredo Cabral Neto.

                Monteiro Lobato nasceu na cidade de Taubaté, no interior de São Paulo, no ano de 1882. Ele foi formado em direito e tinha a função de promotor publico até tornar-se fazendeiro, depois de receber uma herança de seu avô. Seus primeiros contos foram publicados em jornais e revistas, isso só para começar sua carreira. Logo após, ele reuniu uma série de seus contos em um livro, chamado de Urupês, que foi uma obra prima deste famoso escritor.
                Havia uma época em que os livros brasileiros eram editados em Paris ou Lisboa. Uma das outras funções de Lobato era editor, com isso, alguns livros passaram a ser editados no Brasil mesmo, pelo próprio Monteiro Lobato. Assim, ele realizou uma série de renovações na literatura infantil.
                Monteiro Lobato é bastante conhecido entre as crianças de todo o  Brasil, pois dedicou a elas o seu estilo de escrita com linguagem simples, pareando a realidade e a fantasia. Isso fez com que ele se tornasse precursor da literatura infantil no Brasil.
                Ele criou vários personagens, porém os mais conhecidos são Emília, que era uma boneca de pano com sentimentos e ideias  assim como uma pessoa normal; Pedrinho, que foi uma personagem com que Lobato se identificava quando criança, ou seja, com as mesmas características do autor quando o mesmo se encontrava na infância; Visconde de Sabugosa, que nada mais era que uma espiga de milho que tinha atitudes de adulto; Cuca, a vilã de todas as histórias do sítio; Saci Pererê e outros personagens, que até hoje deixam muitas crianças, e até adultos, encantados.
          Monteiro Lobato escreveu muito mais obras infantis incríveis como, “A Menina do Nariz Arrebitado”, “O Saci”, “Fabulas do Marques de Rabicó”, ”Aventuras do Príncipe, etc.
                Além dos livros infantis, ele escreveu outras obras literárias, assim como “A barca de Gleyre”, “O Choque das Raças” e “Escândalo do Petróleo”. Nesta ultima obra, ele tenta demonstrar todo seu racionalismo mostrando que se posiciona totalmente favorável à exploração do petróleo apenas por empresas brasileiras.

                Em 1948, o nosso país perdeu esse grande talento que fazia realmente uma grande diferença no desenvolvimento da nossa literatura. Porém, antes de partir, Monteiro Lobato deixou algumas frases para nós ao longo de sua carreira, e uma das suas frases mais marcantes foi “Tudo tem origem nos sonhos, primeiro sonhamos depois fazemos”.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O samba caipira

Autores: Matheus Parente, Patrick Perrier, Arthur Perruci, Gabriel Marcílio.

                O samba caipira é um tipo de musica e dança com origem da África. Esse tipo de música sofreu influência indígena e foi praticada nas antigas senzalas (vivenda de escravos) na região centro-sul do Brasil durante os séculos XVI e XIX. Praticada principalmente na cidade de São Paulo.
                Depois da abolição da escravidão e da migração de muitos negros nas cidades, o antigo samba caipira foi sendo popularizado em outras cidades, influenciando o samba moderno.
                A principal cidade do samba caipira do estado paulista foi a cidade de Pirapora do Bom Jesus. Esta cultura é preservada até hoje principalmente por descendentes de negros.

Estilos de samba caipira

Cidades que possuem grupos que se dedicam à esta forma de cultura :

.Pirapora do Bom Jesus
.Vinhedo
.Mauá
.Quadra


                O samba caipira de Quadra é diferente dos outros pela dança e pelas letras que falam especificamente sobre a vida do caipira, sem contar a própria melodia.
                O samba caipira tradicional é dançado em roda, e com temática livre.




Exemplos de samba caipira

. Zeca pagodinho – Jogo de caipira

. Samba Caipira – Amanhecer caipira